quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Work in Process

Pensando em quando me deixo ser eu mesmo. Como eu desenharia meu próprio filtro? o que eu quero expor?
A liberdade de contar o que não é contado e o alivio de rir compartilhando as tensões dos FRACASSOS. O FRACASSO me move, isso gera ou pode gerar alívio em quem assiste.
* A pretensão que nós atores temos de querer controlar ou determinar o que o espectador vai sentir. "Acho que é muita pretensão do ator querer controlar o que o público vai sentir" (Tati).
EXAUSTAO: a exaustão me leva a um estado do que que "eu sou" independente do que queira ou não.
Tati: o simbolismo em "A Gaivota" apesar de ser realista a peça, a parad simbolista é forte. A escrita simboliza transgressão à escrita pois formam vários acontecimentos ao mesmo tempo.
Medo do Tchekhov: entregar que esse é seu drama pessoal, então resolve dizer que isso é uma comédia.
O NADA: absolutamente nada. Me traz a ideia de que a bagunça é necessária, é o que gera desconforto e movimenta.
Tati: "E esse nosso chá-café, pode ir pra cena"
Eu: "A gente podia dizer isso dentro da cena enquanto toma o chá"
Tati: Não sei, mas tu não acha que soaria meio falso?
EU: Não, depende da maneira como tá sendo feito... pode ficar e não ficar falso... Toda a peça pode ficar falsa, depende de como é feito.
Tati: Vamos dividir o sonho...
Tati: tudo pode ser texto... agora tudo pode ser cena, que inferno!
Tati: adorei meu sonho.
Lumi: que gosto tem meu sonho?
o que que tu anotou?

Lumilan

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